Wednesday, August 20, 2008

O NOVO LOCUTÓRIO

Por problemas técnicos, caro leitor, estou transferindo o LOCUTÓRIO para o seguinte novo endereço:

http://locutoriodofrizero.blogspot.com/

Se possível, mudem o endereço nos seus blogs e sites que remetem a este meu pobre blog…
Peço desculpas pelo inconveniente e imploro: não me deixem só!

Um abraço de gratidão,
Robertson FRIZERO Barros

P.S.: A idéia é aproveitar essa transição para republicar os melhores posts do LOCUTÓRIO nesse novo endereço.  A mudança deve-se à queda da qualidade do serviço prestado pela Blog.com: meus posts agora aparecem sempre desconfigurados e não raro as imagens simplesmente somem… Rendi-me ao Google e a seu facílimo Blogspot… Por isso, este blog foi rebatizado como ARQUIVO MORTO…

Estou aproveitando também para fazer uma “limpeza” no Locutório (Arquivo Morto) e estou simplesmente apagando vários textos ruins que ali se acumulavam, frutos da minha insistência em escrever um texto por dia.  É tempo de revisar e reeditar, preparando-me para novos vôos no mundo editorial.  Os textos selecionados e reeditados no novo Locutório (http://locutoriodofrizero.blogspot.com) serão, assim, apagados aos poucos desse Arquivo Morto até que ele desapareça de vez…

Posted by Frizero at 12:54:33 | Permalink | Comments (1) »

Wednesday, October 3, 2007

Divulgação: ‘À Janela da Memória’

Lançamento do livro 'À Janela da Memória', de Sérgio FreitasEm tempos nos quais alguns escritores louvam-se a si mesmos por não terem quaisquer ligações com o passado, À Janela da Memória surge como uma esperança nova.

Este primeiro trabalho de Sérgio Freitas é repleto de razões para o encantamento do leitor. O autor é poeta e fotógrafo, aprendiz em duas artes nas quais ninguém jamais é mestre e sempre há o que se cultivar, o que se aprender e reinventar. Esse talento multifacetado oferece nuances que tornam o trabalho de Sérgio Freitas algo único em nossa geração tão acostumada a respostas rápidas e vazias, a uma vida célere e quase sempre pobre de sentido.

Em Sérgio Freitas, o poeta raramente é um narrador. Sua poesia é composta de breves olhares sobre a experiência humana – não por acaso, as paisagens e objetos em sua poesia pairam ao redor dos sentimentos, como se suspensas no momento da escrita para que se possa penetrar com mais leveza nessas sensações indizíveis que a alma sente e não explica jamais. Por isso o ritmo de sua poesia é apenas sugerido, nunca marcado ou imposto, mas está lá, presente – é como um pulso que só sentimos quando nele prestamos atenção absoluta, mas que sustenta a vida e sem o qual tudo desmoronaria.

São poemas que sugerem, instigam, sem jamais dar respostas – algo que, enfim, jamais coube à poesia fazer. Por isso há esse interlocutor em diversos poemas, esse “tu” indefinido com quem o eu-lírico dialoga constantemente: é o poeta vivo e, a um tempo, sua própria alma que ele imagina ausente; é também a alma do leitor, que acompanha esses momentos em suspensão como quem se deslumbra com a imagem captada por uma câmera etérea feita de palavras. O fotógrafo Sérgio Freitas, por sua vez, faz poesia partindo das sutilezas presentes nas imagens que capta. Com um olhar de poeta, percebe, no mais estático cenário, todos os momentos que por ali transitaram, o passado ali contido, que jamais lhe escapa ao sentimento. Em suas janelas isoladas, sem a interferência humana, vêem-se multidões de rostos e de histórias de vida que por ali passaram. Ele convida-nos a debruçarmos nossas lembranças onde outros tantos, que por ali estiveram, fizeram o mesmo; mirando as mesmas paisagens de outrora, ou vendo através daquelas janelas panoramas da nossa própria alma, repensamos a fragilidade da vida e seu caráter passageiro.

À Janela da Memória é a esperança nova de que está a se consolidar uma nova geração de artistas que, como Sérgio Freitas, sabe que não se constrói um ser humano em plenitude simplesmente ignorando o pretérito, esquivando-se da memória ou fingindo-se fruto de uma contemporaneidade que se torna passado também, a cada dia. Seus poemas de instigantes imagens e suas fotografias carregadas de lirismo são convites ao leitor para que conheça não só a si mesmo um pouco mais, mas também esse artista de talento que as Letras Portuguesas ganham com o lançamento deste livro.

Robertson Frizero Barros

*O livro “À janela da Memória”, de Sérgio Freitas, será lançado em 05 de outubro de 2007, na cidade do Porto, Portugal. O autor é conhecido dos fãs do Madredeus por seu trabalho de divulgação do grupo em websites como Madredeus - O Sonho e Teresa Salgueiro - Alma e Voz. Ele também mantém um blog com fotografias e textos, o Superlativo Relativo Sintético. [veja links no menu ao lado]

**Clicando na imagem, pode-se acessar o site da editora. “À Janela da Memória” também estará à venda, a partir de 05 de outubro de 2007, no site da FNAC.pt e da LUSOPOEMAS - http://www.luso-poemas.net e em livrarias da grande Porto, Portugal.

Posted by Frizero at 16:07:40 | Permalink | Comments (2)

Wednesday, August 1, 2007

Divulgação: Canção do Exílio

alt : http://www.youtube.com/v/Cgs_GtB8yrw

Exilar-se pode ser uma fuga, mas também um encontro consigo mesmo. Estar distante de sua pátria já foi punição severa aplicada pelo Estado, em tempos distantes, como foi também o caminho encontrado por muitos, em época mais recente, para sobreviver à opressão imposta pelos que acreditavam ser o Estado, mesmo não tendo alcançado o poder pelas mãos de uma escolha livre de seus iguais. O exílio – seja ele forçado ou escolhido, motivado por um instinto de sobrevivência ou pela vontade do não-viver – traz, em si, sempre a sensação do vazio, da saudade, do não-pertencer, do ser estrangeiro ainda que em sua pátria, ou do querer ser de uma nova pátria a qual não se pertence. E o que é uma pátria? Vale mais um sonho de país que um ideal de mundo? A que nação pertencer quando nenhuma terra parece nos querer do jeito como somos?

Canção do Exílio, peça teatral escrita por P. R. Berton, suscita estas questões através do olhar de dez jovens reunidos em um apartamento no qual compartilham seus dramas tão individuais em meio ao furor dos últimos anos da Guerra Fria, suas histórias particulares de amor e desamor em meio ao sentimento de estarem participando da História a se escrever com a queda do muro de Berlim.

Há algo de cada um de nós espalhado pelos sentimentos de cada um daqueles dez brasileiros – de nascimento ou de coração – à deriva em meio ao mar dos grandes acontecimentos sociais em ebulição. Pois não há grande ideologia ou momento de ebulição social que não nos afete, ainda que das mais insuspeitadas formas. Que dizer, então, de vidas que se constroem em torno de um ideal que parece desmoronar sob o peso da História?

Canção do Exílio é um espetáculo que ganha importância ainda maior em tempos nos quais os ideais e os sonhos parecem enfraquecidos diante da exacerbação de um individualismo que despreza os valores mais basilares da vida humana. Um texto repleto de sutilezas que a nenhum expectador – não importa de que ideais ele se tenha exilado ao longo da vida – deixará indiferente.

Robertson Frizero Barros

Posted by Frizero at 21:08:47 | Permalink | Comments (1) »

Thursday, June 28, 2007

Divulgação: SOLTE O VERBO

Estarei ministrando uma das oficinas do projeto SOLTE O VERBO, do Centro Cultural CEEE Érico Veríssimo, e aproveito este espaço para divulgar um pouco da minha faceta de professor…


SOLTE O VERBO

De 16 de julho a 20 de outubro é tempo de soltar o verbo no Centro Cultural CEEE Erico Verissimo.

O projeto SOLTE O VERBO prevê diversas oficinas de criação literária que envolvem:

  • Aulas;
  • Participação em saraus;
  • Participação em espetáculo de encerramento do módulo;
  • Publicação de textos na internet;
  • Mostra de trabalhos, fotos e vídeos em exposições;
  • Participação em sessões de contações de histórias.

A inscrição para as oficinas oferece a possibilidade de participação em todas as atividades. Uma vez definido o dia e horário de preferência dos interessados para cada oficina, faremos as inscrições no Caffè di Trento(mezanino do CCCEV), a partir de 3 de julho.

Cada oficina:

  • Uma vez por semana;
  • Duração de 40 horas (30 horas aula + 10 horas de participação em atividades paralelas);
  • Certificados de participação para alunos que tiverem 75% de presença;
  • Sala exclusiva (O Retrato – 4º andar do CCCEV), com todo o suporte técnico (projeção, DVD, VHS, TV, flipchart).

Valores de inscrição por oficina (total de 40 horas - com aulas de julho a setembro):

R$ 150,00 (que poderão ser parcelados em 3 vezes, com cheques)

R$ 100,00 (para estudantes e acima de 60 anos).

 

OFICINA

OPÇÃO 1

OPÇÃO 2

OPÇÃO 3

Poesia e Performance
Telma Scherer

Iniciação ao Conto
Maurício Chemello

Literatura infantil e juvenil*
Cláudia Laidens

Poesia e Canção
Diego Petrarca

Criação Poética
Lorenzo Ribas

Contação de Histórias
Grupo da UFRGS

Crônicas
Jaime Cimenti

 

Literatura em Língua Inglesa -

Robertson Frizero Barros **

SEG
(manhã)

QUI
(manhã)

SÁB
(manhã)

TER
(manhã)

SEX
(manhã)

SEG
(tarde)

SEG
(noite)

QUA
(manhã)

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(tarde)

QUA
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TER
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(manhã)

SÁB
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QUA
(noite)

QUA
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QUA
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SÁB
(tarde)

SÁB
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QUA
(noite)

SÁB
(tarde)

* A oficina de Literatura infantil e juvenil é voltada para alunos com mais de 50 anos

** A oficina de Literatura em Língua Inglesa prevê conhecimento Intermediário/Avançado no idioma, pois será ministrada inteiramente em inglês, bem como serão usados os textos originais, tanto teóricos quanto de literatura.

Posted by Frizero at 16:44:24 | Permalink | Comments (7)