Videopoesia: ‘Retrato’, de Cecília Meireles
Steve Jobs, dono e idealizador da Apple, disse certa vez que o homem deve dominar os meios de expressão de seu tempo. Se até as últimas décadas do século XX o meio maior de expressão era o papel, no século XXI o vídeo começa a despontar como a nova ferramenta. Dou aqui minha contribuição para que essa transição não represente o desaparecimento dos livros, das palavras, da sabedoria e sensibilidade de todos esses séculos por nós já vividos:
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12:51:46
Não sei se romântico incurável, mas não creio que o papel vá sumir, não imagino o mundo sem as paredes e mais paredes cobertas de livros das biblioteca!
Grande abraço
Paulo DAuria
Compartilho contigo essa crença, Paulo. O livro é um objeto fascinante, antes de mais nada. Há um fetiche que creio ser de muitos, o de abrir as páginas, sentir o cheiro de papel novo… E não inventaram nada ainda que substitua o livro - tanto pela comodidade de levá-lo a qualquer parte, com relativo conforto à visão, coisa que a era da informática ainda não conseguiu derrubar…
Compartilho contigo essa crença, Paulo. O livro é um objeto fascinante, antes de mais nada. Há um fetiche que creio ser de muitos, o de abrir as páginas, sentir o cheiro de papel novo… E não inventaram nada ainda que substitua o livro - tanto pela comodidade de levá-lo a qualquer parte, com relativo conforto à visão, coisa que a era da informática ainda não conseguiu derrubar…
Ótimo trabalho…. Parabéns!!!!