A gravura que ilustra este poema é de Paula Rego, talvez a mais famosa artista plástica portuguesa da atualidade. A imagem pertence a uma série de gravuras feitas por Paula Rego para ilustrar o romance ‘Jane Eyre’, de Charlotte Brönte. Paula Rego tem uma obra bastante significativa, de imagens fortes e marcantes, sobretudo em suas pinturas a óleo. Na contramão da arte contemporânea, ela é exímia mestre em retratar figuras humanas; ainda assim, sua obra não pode ser considerada acadêmica, pois a expressividade de suas cores e formas ultrapassam os formalismos para compor uma obra singular. Recomendo, em especial, a série de óleos em que Paula Rego faz uma releitura moderna do romance “O Crime do Padre Amaro”, de Eça de Queiróz.
Olá! Obrigada pela visita e pela mensagem! Foi um prazer encontrar um homônimo, um outro locutorio - pelo visto mais antigo e bem mais ativo do que o meu, que é bem recente… Vou ler tudo com calma, principalmente seus outros blogs, e depois escrevo mais. Literatura sempre é bem-vinda. Beijo
o eu-lírico percebe a efemeridade das coisas e ao mesmo tempo situa essa efemeridade nas malhas do tempo, o qual se configura como eterno e se manifesta com movimento e ritmo constantes; e é justamente essa constância que cria a dimensão de eternidade do tempo e de efemeridade das coisas.
A gravura que ilustra este poema é de Paula Rego, talvez a mais famosa artista plástica portuguesa da atualidade. A imagem pertence a uma série de gravuras feitas por Paula Rego para ilustrar o romance ‘Jane Eyre’, de Charlotte Brönte. Paula Rego tem uma obra bastante significativa, de imagens fortes e marcantes, sobretudo em suas pinturas a óleo. Na contramão da arte contemporânea, ela é exímia mestre em retratar figuras humanas; ainda assim, sua obra não pode ser considerada acadêmica, pois a expressividade de suas cores e formas ultrapassam os formalismos para compor uma obra singular. Recomendo, em especial, a série de óleos em que Paula Rego faz uma releitura moderna do romance “O Crime do Padre Amaro”, de Eça de Queiróz.
Olá! Obrigada pela visita e pela mensagem! Foi um prazer encontrar um homônimo, um outro locutorio - pelo visto mais antigo e bem mais ativo do que o meu, que é bem recente… Vou ler tudo com calma, principalmente seus outros blogs, e depois escrevo mais. Literatura sempre é bem-vinda. Beijo
o eu-lírico percebe a efemeridade das coisas e ao mesmo tempo situa essa efemeridade nas malhas do tempo, o qual se configura como eterno e se manifesta com movimento e ritmo constantes; e é justamente essa constância que cria a dimensão de eternidade do tempo e de efemeridade das coisas.
Esculturas de vento.
A doçura do orvalho.
Divino é tudo
o que transforma em matéria
o inefável,
o indizível,
o imaterial.
“When I do count the clock that tells the time,
And see the brave day sunk in hideous night…”
What is time other than the perception of an empty tic-tac in the big Void?
“passagens e os traços, passos que passamos e os que estão por vir, o fascínio do caminho a ser descoberto”.